FROM CROCODILE ISLANDS

 

 

 

“Gaogaogaone! Tapaa!

And the stellas were shinings. And the earthnight strewed aromatose. His pibrook creppt mong the donkness. A reek was waft on the luftstream. He was ours, all fragance. And we were his for a lifetime. O dulcid dreamings languitous! Taboccooo!” (Joyce, F.W., óbviamente)

 

 

 

As geografias heterogeneas, délficas, fracturantes, mas de uma sintaxe (predisposição militar) marcada pelo espectro da educação espartana.

 

 

 

As ilhas são como boomerangs: penisoladas ou phenixolares. Renascem da sua masturbação e regressam com a vaga sensação de não pertencerem a nenhum arquipélago.

 

 

 

A Oceania espalha-se nos seus pequenos pontos com japoneses aguardando o fim da segunda guerra mundial.

 

 

 

Há uma obcessão partejante, sibilina ou socrática.

 

 

 

Os crocodilos confundem-se por vezes com as baleias. Exemplo (vejam-se as enciclopédias), o Leviathan. Poderiamos falar das baleias do Nilo e das canções amorosas dos crocodilos. O que constitui sem sombra para duvidas um crocodiletantismo.

 

 

Consideram-se também os crocodilemas (da crocodilematologia), e toda uma rede interminável de capturas furtivas, pelo menos aos olhos da lei. E a lei é lei, embora dure dura. Aí os signos resignam-se. Deixam-se investir pelo vai e vem do Pudor. Como tal brilham (they are shinings) como pérolas asiáticas. Ou estelas. Ou por sua vez esses génios selados por Salomão e predestinados para o esfreganço adolescente de um Aladino.

 

 

 

Perto de Budonga ( in Samoamnésia) alguém proclama a independência de umas tais “crocodile islands”, convertidas rápidamente em Republica Popular das ditas cujas.

 

 

 

Eu, exilado à força, contento-me em admirar a energia dessa gente. Energia erótica de quem ouve canções sobre Dante the Aligator & the Squizofrenetic Girls.

 

 

 

Os orientalismos são tão rápidos quanto a economia de mercado.

 

 

 

Mas os autoestradas de Moira são eternos.

 

 

 

Como dizia um crioulo: “on vá b’ulé Mécá avec la divine nullitule pu’ se tení’ plus p’oches à Mécá!”